Ação mobilizou as polícias Civil e Militar na zona Sul da capital; drogas e celulares foram apreendidos durante as diligências, que investigam suspeitas de tráfico de entorpecentes e comércio ilegal de armas.
Uma operação coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) cumpriu 26 mandados de busca e apreensão em diferentes bairros da zona Sul de Teresina, na manhã desta quinta-feira (29). A ação, deflagrada pela Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), com participação das polícias Civil e Militar, tem como objetivo desarticular uma organização criminosa suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e o comércio ilegal de armas de fogo. Até o momento, duas pessoas foram presas.
De acordo com informações divulgadas pela SSP-PI, as investigações apontam que o grupo utilizava imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais para armazenar e comercializar entorpecentes, além de esconder armamentos. Os levantamentos policiais também identificaram indícios de uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os investigados.
Segundo a apuração, alguns integrantes seriam responsáveis pela coordenação das atividades criminosas, enquanto outros atuariam na distribuição das drogas. As informações reunidas por meio de diligências, monitoramentos e levantamentos de inteligência fundamentaram os pedidos de medidas judiciais. Durante o cumprimento dos mandados, os policiais prenderam duas pessoas e apreenderam drogas e aparelhos celulares. O material recolhido será submetido à análise para auxiliar no aprofundamento das investigações e na identificação de possíveis outros envolvidos.
O coordenador do Draco, delegado Laércio Evangelista, afirmou que a estratégia é alcançar diferentes níveis de atuação da organização, incluindo suspeitos de coordenar, financiar e oferecer suporte às atividades investigadas.
A operação contou com o apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (Feisp), do Núcleo de Operações com Cães (NOC/Feisp), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de unidades especializadas da Polícia Militar, como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o Batalhão Especial de Policiamento do Interior (Bepi) e o Batalhão de Choque.
As investigações continuam para esclarecer a atuação do grupo, identificar outros possíveis integrantes e reunir novas provas sobre os crimes apurados. Os suspeitos têm direito à presunção de inocência, e a responsabilidade criminal deverá ser estabelecida pelas autoridades competentes.
Fonte: Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI).









